D’alvacenta neblina que baixava

Sobre as folhas do bosque, muda e grave,

Da tarde no cahir; nos céos, na terra,

A ella, a ella só, vião meos olhos.

Seo nome, sua voz—ouvia eu sempre;

Ouvia-os no gemer da parda rola,

No trepido correr da veia argentea,

No respirar da brisa, no susurro

Do arvoredo frondoso, na harmonia

Dos astros ineffavel;—o seo nome!