Nos fugitivos sons de alguma frauta,

Que da noite o silencio realçavão,

Os ares e a amplidão divinisando,

Ouvião meos ouvidos; e de ouvil-o

Arfava de prazer meo peito ardente.

Ah! quantas vezes, quantas! junto d’ella

Não senti sua mão tremer na minha;

Não lhe escutei um languido suspiro,

Que vinha lá do peito á flor dos labios

Deslisar-se e morrer?! Dos seos cabellos