A magica fragrancia respirando,

Escutando-lhe a voz doce e pausada,

Mil venturas colhi dos labios d’ella,

Que instantes de prazer me futuravão.

Cada sorriso seo era uma esp’rança,

E cada esp’rança enlouquecer de amores.

E eu amei tanto!—Oh! não! não hão de os homens

Saber que amor, á ingrata, havia eu dado;

Que affectos melindrosos, que em meo peito

Tinha eu guardado para ornar-lhe a fronte!