Simelha luz de tocha mortuaria
A luz que os olhos seus despedem torvos.
Ha momentos em que seo rosto fero
De tal arte s’enruga e se transtorna,
Que os seus proprios amigos o fugírão
E a propria mãe teméra unil-o ao seio!
Quando os labios descerra, só murmura
Frases, cujo sentido não se alcança,
Ou blasfemias a Deos, que o soffre em vida!
O que amou n’outro tempo, agora odeia;