Como escravo do crime ou da miseria.

No ermo a propria voz o sobresalta!

O som dos passos, do seu corpo a sombra,

Das fontes o correr por entre as pedras,

Da brisa o suspirar por entre as folhas,

Quanto vê, quanto escuta o intimida.

Minaz lhe brada a natureza inteira,

Soluça um nome, que lhe erriça a coma

E o frio do terror lh’immerge n’alma.

O mar nas ondas crespas, que se enrolão,