Batidas pelo açoite da procella,

Troveja o mesmo nome; as vagas dizem-no,

Quando passão, cuspindo-lhe o semblante;

E Deos, o proprio Deos no espaço o grava

Nos fuzis que os relampagos centelhão.

Tem pavor, quando sonha e quando vela.

Deixando o leito em seu suor banhado,

No silencio da noite—á horas mortas,

Levanta-se medonho á voz do crime!

Nas mãos convulsas um punhal aperta