E a lamina buida e os olhos torvos
Agoureiro clarão despedem juntos.
Soltando roucos sons com voz sumida,
Apalpa cauteloso as densas trevas,
E vai ... caminha ... attende ... de repente
Apunhala um phantasma!—solta um grito,
Larga o punhal convulso e arrepiado!
N’um ferrete de sangue lê seu fado,
Um ferrete, que a dôr desfaz nunca,
Nem lava o pranto, nem consome o tempo.