BYRON.

I.

Quando nas horas que comtigo passo,

Do amor mais casto, do mais doce enlevo.

Sentindo um raio d’esperança amiga,

Que as densas trevas da minha alma aclara;

Teus meigos olhos sobre os meus se fitão.

Sorvo o perfume que tua alma exhala,

Gozo o sorriso que os teus labios vertem

E as doces notas que o prazer m’entranhão: