Não me perguntes por que soffro triste,

Por que da morte o negro espectro invoco,

Por que, cansado desta vida, almejo

A paz dos tumulos.

Nem ver procures a cratera hiante

Do peito meu, qu’inda fumega em cinzas,

Do peito meu, onde crueis travárão

Pleitos, não crimes, mas paixões que abrasão.

Dá que nas horas que comtigo passo

Do amor mais casto e do mais doce enlevo,