Durma o passado e do porvir m’esqueça,

E o meu presente de te amar se ameigue.

II.

Se algum suspiro de abafada angustia,

Se um ai do peito que exhalar não ouso,

O meigo encanto dos teus sonhos quebra;

Tu me perdôa.

Cansado e triste de viver soffrendo,

Da morte amiga o negro espectro invoco,

Affiz-me as dores, e só torva ideia