Me apraz agora.
Talvez na pedra d’um sepulchro frio
Melhor folgára de me ver deitado,
Sentir nos olhos estancado o pranto
E amodorrado o padecer no peito.
Talvez folgára minha sombra triste,
Vagando em tomo d’uma campa lisa,
De ver-te as formas, de contar teus passos,
E de escutar tua oração piedosa.
Talvez folgára, quando pranto amargo