Dos olhos teus me rorejasse a campa,

Dos meigos labios, onde amor temperas,

Meu nome ouvindo!

Oh! sim, folgára de sentir a brisa,

Correndo em tomo ao moimento meu,

E tu sósinha no sepulchro humilde,

Guardando os tristes deslembrados ossos!

Junto ao meu corpo guardarei teu leito,

Onde os teus restos junto aos meus descancem;

E o mesmo sol, e a mesma lua e brisa