O galardão lhe pediremos ambos,

Viver unidos na mansão dos justos,

Ou nos tormentos da eternal gehenna!

III.

No em tanto a vida soportar já devo,

Soffrer o peso da existencia ingloria,

E revolvendo o coração chagado,

Nos seus estragos numerar meus dias.

Na terra existo, como um som queixoso,

Um echo surdo, que entre as fragas dorme,