Ou como a fonte, que entre as pedras corre,
Ou como a folha sob os pés calcada.
Uma alma em pena, que procura os restos
Não sepultados,—uma flôr que murcha,
D’uma harpa a corda, que por fim rebenta,
Ou luz que morre.
Prazer não acho de avistar lua
Pallida e bella na soidão do espaço;
Nem vivos astros, nem perfumes gratos
Me dão consolo.