Nada percebo nos confusos roncos

Do mar, que bate as solitarias praias;

Nem nos gemidos da frondosa selva,

Que o sopro amigo de uma aragem move.

Conviva infausto d’um festim, que odeio,

Ás proprias galas que vaidosa ostenta

A natureza—não se ri minha alma,

Nem de as notar meu coração se alegra.

E sinto o mesmo que sentira o frio,

Mudo cadaver dos festins do Egypto,