Que mais feliz do que eu, inferno! a goza.

Ella, que eu respeitei, que eu venerava

Como a reliquia sancta!—a quem meus olhos,

Receiando offendel-a, tantas vezes

De castos e de humildes se abaixárão!

Ella, perante quem sentia eu presa

A voz nos labios e a paixão no peito!

Ella, idolo meo, a quem o orgulho,

A força d’homem, o sentir, vontade

Propria e minha dediquei,—sugeita