Á voz de alguem que não sou eu,—desperta,

Talvez no instante em que de mim se lembra,

Por um osculo frio, por caricias

Devidas dum esposo!...

Oh! não poder-te,

Abutre roedor, cruel ciume,

Tua funda raiz e a imagem d’ella

No peito em sangue espedaçar raivoso!

Mas tu, cruel, que es meo rival, n’uma hora,

Em que ella só julgar-se, has de escutar-lhe