Mas hoje, soffrendo, como hei de sorrir-me,

Mas hoje, trahido, como hei de cantar?

Não peças ao bardo, que afflicto suspira,

Uns cantos alegres de meigo trovar;

Á lyra quebrada só restão gemidos,

Ao bardo trahido só resta chorar.


O CIUME.

Oh! quanta graça e formosura adorna

Teu rosto eloquente e vivo!