Se a sombra de um sorrir te afrouxa os labios,

Prestes outro sorrir dos meus rebenta;

Se vejo os olhos teus, que chorar tentão,

Debalde o pranto meu represso engulo;

Se do teu rosto as rosas se esvaecem,

Eu sinto de temor bater meu peito;

E quando os olhos teus nos meus se fitão,

Nem pezares, nem dores me dominão;

Mas sinto que o meu peito se enternece,

Sinto o meu coração bater mais livre,