Sinto o sorriso, que me ri nos labios,
Sinto o prazer, que me transluz no rosto,
Sinto delicias n’alma!
Quanta belleza tens!—quer dessas graças,
Que o amor inveja—n’um saráu brilhante
No meio de bellezas, que supplantas,
Prazer e galas de as mostrar ressumbres;
Quer estejas sósinha e pensativa,
Quer viva e folgazã prazer incites:
Ou n’um corsel em páramos extensos,