Talvez nos teus pezares,—que na fonte
De limpha pura, crystallina e fresca
Aquatica serpente usa occultar-se.
Mas como es bella assim! co’a mão sem força
Tirando sons perdidos, sons que encantão,
Sons qu’infundem prazer, sons d’harpa tristes!
Mas como es bella assim!—quando o teu peito
Entre a gaza subtil de leve ondeia!
Como a onda do mar pausada e fraca
Se abaixa, e empola, e mais e mais se achega