Nos campos do infinito;

Es sempre bella: já teus olhos brilhem

Luz que fascina, ou morbidos reflexos,

Teus labios entre-abertos sempre exhalão

Calor, que incendio ateia.

Oh! que bella tu es, quando assentada

No teu balcão, ao refulgir da lua,

Manso te apoias em coxins de seda,

E o bello azul dos céos triste encarando

Pensas em Deos,—talvez no teu futuro,