As vivas carnes rasgadas
Pelas presas navalhadas
De um fero lobo cerval.
VI.
Quem me dera saber quaes são teus sonhos,
Aventar teus mais fundos pensamentos,
E ser o genio bom que t’os cumprisse,
Quando fossem de amor teus meigos sonhos!
VII.
Mas donde mana essa fonte