Meu anjo, escuta: quando junto á noite

Perpassa a brisa pelo rosto teu,

Como suspiro que um menino exhala;

Na voz da brisa quem murmura e falla

Brando queixume, que tão triste cala

No peito teu?

Sou eu, sou eu, sou eu!

Quando tu sentes luctuosa imagem

D’afflicto pranto com sombrio véo,

Rasgado o peito por acerbas dores;