Quem murcha as flores
Do brando sonho?—Quem te pinta amores
D’um puro céo?
Sou eu, sou eu, sou eu!
Se alguem te acorda do celeste arroubo,
Na amenidade do silencio teu,
Quando tua alma n’outros mundos erra,
Se alguem descerra
Ao lado teu
Fraco suspiro que no peito encerra;