Foge, foge da vida mesquinha,

Leva timida esp’rança, caminha,

Té parar na presença de Deos!

Qu’estes gozos de ethereos prazeres,

Que esta fonte de luz que illumina,

Que estes vagos phantasmas de seres,

Que scismando só posso enxergar;

Que os amores de essencia divina,

Que eu concebo e procuro e não vejo,

Que este fundo e cançado desejo,