Deos somente t’os póde fartar.

Vai assim a medrosa donzella,

Pura e casta na ingenua belleza,

Buscar luz á remota capella,

Branca cera na pallida mão:

Tudo é sombra, silencio e tristeza!

Mas ao toque do fogo sagrado,

Arde em chammas o cirio apagado,

Já rutila brilhante clarão.