Que ao menos nas azas de um sonho mentido

Perdido—arroubado, tambem diga: amei!

Tu queres que eu sonhe!—não sabes que a vida

Me corre penosa,—que amarga por vezes

A propria illusão!

No pallido riso d’uma alma affligida,

Qu’invída—ser leda, que dores não vão!

Se o pranto, que os olhos cançados inflamma,

Nos olhos de estranhos sympathico brilha;

Mais agro penar