Do triste o sorriso nos peitos derrama,

Se a chamma—revela, que almeja occultar.

Sonhando, percebo na mente agitada

Um mar sem limites, areas fundidas

Aos raios do sol;

E um marco não vejo perdido na estrada

Cançada,—não vejo longinquo farol!

E queres qu’eu sonhe!—Nas aguas revoltas

O nauta, ludibrio d’horrenda procella,

Se póde dormir,