As vagas cruzadas, em sustos involtas,

As soltas—escuta raivosas bramir.

Talvez porêm sonha que as ondas mendaces

O levão domadas á terra querida,

Qu’entrou em seus lares!...

E triste desperta, que os ventos fugaces

Nas faces—a espuma lhe atirão dos mares.

Se queres que eu sonhe,—que alguma alegria

Dormido conheça,—que frua prazeres

D’um placido amor;