Vem tu como estrella da noite sombria,

Que enfia—seus raios das selvas no horror,

Brilhar nos meus sonhos.—Então socegado,

Scismando prazeres, que n’alma s’entranhâo;

D’um riso dos teos

Coberto o meo rosto,—fugira o meu fado

Quebrado—aos encantos de um anjo dos céos.

Vem junto ao meu leito, quando eu for dormido,

Que eu sinta os perfumes que exhalas passando;

Não soffro—direi: