São illusões que mentem!

São as folhas virentes arrancadas

D’um arbusto viçoso, antes que brotem

Da primavera as flores;

A pennugem que nasce antes das azas,

Um esteril botão, que não dá flores,

Ou flôr que não dá fructos!

Foge, mancebo, lá te espreita o mundo!

Como areas d’um paramo deserto,

Resequido, abrasado;