Provoca o teo soffrer, teo pranto espreita,

Sedento almeja as lagrimas, qu’entornas

Nos areaes da vida.

S’inda tens coração, hão de esmagar-te;

As setas da calumnia irão cravar-t’o

Na parte mais sensivel:

Se tens alma, se electrico palpitas

De patria e de virtude aos nomes sanctos,

Foge outra vez ao mundo.

Não queiras, n’um accesso doloroso,