«Rojão por terra ignobeis!

«Se a mão do poderoso, a mão dourada

«Do crime impune—esbofeteia as faces

«Do homem vil, que a beija!

«Oh! meos irmãos não são, não são os filhos

«Desta patria, que eu amo;—torce o rosto

«De os vêr a humanidade.»

Despe-se a vida então dos seos encantos,

E o homem na lembrança revivendo

O percorrido estadio,