Tem por marcos de estrada o monumento,

Com que os mais fortes laços se desatão,

—A pyramide e a campa!

Do sonho juvenil murchas as cores,

Sem illusões, sem fé—nublado, escuro

O presente e o porvir,

No crepe d’abortadas esperanças

S’involve—e os olhos tesos no sepulchro,

A tarda morte aguarda!

Mas eu, qual viajor, vago perdido