Eis que tomba da abobada celeste
O archanjo audaz, o seraphim manchado,
Desenrolando o corpo volumoso,
Despenhado precipite,—qual mundo
Dos eixos arrancado,—como um vivo
Dos céos fragmento enorme, eil-o cahindo!
Cahia lá d’aquelles céos brilhantes,
Donde inda os seos iguaes lançavão raios;
Cahia!—e a cerviz no espaço ardendo
As espheras dos sóes de côr de sangue,