Passando, avermelhava.

Eil-o, o maldicto, o archanjo da blasfemia,

Rival do creador!—té o imo peito

Pelas frechas da anáthema varado,

Como n’um turbilhão, desce rodando;

Ondas d’um mar de fogo o vem cercando,

E elle occulta a cabeça,

Como que procurasse

Nas entranhas da noite

Esconder seu desdoiro.