Clamavão—longe—os mundos com voz forte:
«Que insensato! onde vae? Nesse arrojado,
Frenetico voar, que vento o impelle,
Que de astro em astro vae, d’um céo em outro?
Vede como é sombrio!
Oh! quão outro que está d’aquelle archanjo
De tão bello semblante,
Lucifer radiante,
Cujo sopro era como o romper d’alva,
Que as portas da manhã nos céos abria,