Trazendo comsigo a aurora,
Que o seo alento accendia!
Acaso o reconhecestes?
Era hontem brilhante, novo e bello;
E hoje é feio e nu e descalvado,
Nas azas da tormenta balouçado,
Nas azas dos bulcões;
E os seos olhos fulminados
Já sem pupillas fumegão,
Quaes crateras de vulcões!»