O archanjo os escutava, ameaçando-os

Co’o olhar fulminante;

Que cheio d’impio orgulho já sentia

Uma c’rôa de rei cingir-lhe a fronte.

Todos os astros que no espaço gyrão

Seos olhos d’irritados fascinavão;

E os astros todos de terror tremião,

Saudando a coruscante realeza.

E já os céos sem fim, estrellas, mundos

Traz delle se perderão;