E nas profundas solidões do espaço

O archanjo abandonado apenas via

A noite, e sempre a noite!

Tem medo, olha, procura....—Um astro! um astro!

Transviado nos céos!—O archanjo o avista!

Estende a mão convulsa arrepellando-o:

Segura, arrasta-o, e d’um só pulo hardido

Tral-o potente ao limiar do inferno,

Alentando açodado.

O errante cometa duas vezes