Exhaurido o vaso fica,
Pede mais d’instante a instante....
Pobre escrava, oh! quanto dó!
Podesses rasgar as veias,
Tomar agoas innocentes
Tuas lagrimas ardentes;
Mas só vês d’um lado areias,
D’outro lado areias só.
Pois não ha quem o proteja,
Diz a escrava lá comsigo,