Vendo o fado seu imigo,
Meu filho morrer não veja,
Bem qu’eu tenha de morrer.
A um tiro d’arco distante
Se arrasta com lento passo,
Tomba o corpo infermo e lasso,
E amargo pranto abundante
Deixa dos olhos correr.
Deos porêm ouvira a prece
Da escrava, da mãe coitada,