E da celeste morada
Librado um archanjo desce
Nas azas da compaixão.
Expira em torno ar de vida,
Um aroma deleitoso,
E n’um sonho aventuroso
Agar seus males olvida,
Olvida a sua afflicção.
Dorme e sonha, ó triste escrava,
Deos senhor sobre ti vela!
E da celeste morada
Librado um archanjo desce
Nas azas da compaixão.
Expira em torno ar de vida,
Um aroma deleitoso,
E n’um sonho aventuroso
Agar seus males olvida,
Olvida a sua afflicção.
Dorme e sonha, ó triste escrava,
Deos senhor sobre ti vela!