E da celeste morada

Librado um archanjo desce

Nas azas da compaixão.

Expira em torno ar de vida,

Um aroma deleitoso,

E n’um sonho aventuroso

Agar seus males olvida,

Olvida a sua afflicção.

Dorme e sonha, ó triste escrava,

Deos senhor sobre ti vela!