E espreita do seu povo occultas dores!

Se ouviu a narração d’uma desgraça,

Se o pobre vê curvado a prepotencia,

Se o convidão a entrar, quando elle passa,

No abrigo do infortunio e da innocencia,

Entrou e viu! mas o fulgor crastino

Ri-se mais brando aos peitos soffredores;

Passa o rei, como orvalho matutino,

E, por onde passou, rescendem flores!

Mudado o sonho, a fugitiva escrava