Que importa que eu não tenha uma só c’rôa,

Um myrrado laurel, uma só folha,

Que ás novas gerações diga o meu nome

E sollicite as attenções futuras?

Sou como o passarinho, quando passa

Á flôr de um lago e a sombra vacillante

No liquido crystal debalde estampa.

Ou semelhante ao viajor que bate

Da vida a estrada pulvurenta, e nota

Como os seus rastos mal impressos cobre