O pó que de seus passos se levanta.
Ah! que dos louros me não dóe a ausencia
Mas de lagrimas, sim, que me orvalhassem
A sepultura humilde,—á cujas gotas
Meus ossos de prazer estremecidos
De as sentir se alegrassem...—mas em troco
Dessa pia oblação, que tantas vezes
Mente ao finado, que as espera eterno,
As lagrimas terei da noite fria,
O fresco humor da chuva, que me eduquem