A agreste flôr, que a natureza obriga

A despontar na solitaria campa.

Ninguem virá com titubantes passos

E os olhos lacrimosos, procurando

O meu jazigo; e em falta de epitaphio,

«Elle aqui jaz!» o coração lhe diga,

E alli se curve então, fundos suspiros

Dando aos echos do funebre recinto,

Involtos na oração que alegra os mortos.

Certo, ninguem virá; porêm tão pouco