E não sabe, e não vê, quantos queixumes

Apaga—quantas magoas alivia!

Assim, durante a noite, o passarinho

Em moita de jasmins derrama occulto

Merencorias canções nos mansos ares;

E não sabe, o feliz, de quantos olhos

Tristes, mas doces lagrimas, arranca!

II.

Perderão-te os meus olhos um momento!

E na volta o meu rosto transtornado,