As vestes luctuosas, que eu trajava,

O mudo, amargo pranto que eu vertia,

Annuncio triste foi de uma desdita,

Qual jámais sentirás: teus tenros annos

Pouparão-te essa dôr, que não tem nome.

De quando sobre as bordas de um sepulchro

Anceia um filho, e nas feições queridas

D’um pai, d’um conselheiro, d’um amigo

O sello eterno vae gravando a morte!

Escutei suas ultimas palavras,